“Senhor, Tu vens cuidando de mim desde meu nascimento.
Cuidaste de mim durante a minha infância.
Sou Teu desde o instante em que nasci.
Ainda estava no ventre de minha mãe e
Tu já eras o meu DEUS!”
(Salmo 22.9,10)
No site "Último Segundo", foi publicado o ponto de vista de três candidatos à presidência do Brasil quanto ao aborto:
A candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, reacendeu nesta semana a discussão sobre a descriminalização do aborto no País. Em entrevista à revista Isto É, a ex-ministra afirmou que o aborto não é uma “questão de fórum íntimo, mas de saúde pública” e defendeu que não se pode segregar as mulheres. “Deixar para a população de baixa renda os métodos terríveis, como aquelas agulhas de tricô compridas, o uso de chás absurdos, enquanto as mulheres de renda mais alta recorrem a clínicas privadas para fazer”.
O tema também já foi abordado pelos outros candidatos à presidência. A candidata pelo PV, Marina Silva, disse à revista Veja , em setembro de 2009, que pessoalmente é contra, mas “não julga quem o faz”. “Acho apenas que qualquer mudança nessa legislação, por envolver questões éticas e morais, deveria ser objeto de um plebiscito”.
O também candidato à Presidência, José Serra (PSDB) afirma que é contra. “Eu não sou a favor do aborto. Agora, qualquer deputado pode fazer isso. No âmbito do Congresso, eventualmente até por meio de consulta à população”. Quando ministro da Saúde (1998-2002), Serra aprovou a Norma Técnica que permite o aborto em casos de estupro.
(clique aqui e leia o artigo completo "Aborto mata 250 mulheres por ano no Brasil", publicado em 16/05/2010 pelo site "Último Segundo"):
Retornaremos à questão política, mas antes, consideraremos o aborto e suas implicações científicas e legais.
Apesar de os dados oficias apontarem 250 mortes de mulheres, anualmente, estima-se que morrem 500 mulheres por dia. Se, no Brasil, morrem cerca de 500 mulheres por dia, imaginem quantas crianças são assassinadas todos os dias, de maneira violenta, sem poder se defender?
Quanto às mulheres que morrem em clínicas clandestinas, o obstetra da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Osmar Ribeiro Colas, diz que "é como caísse 2 dois Boiengs de mulheres por dia e ninguém fala nada”. Mas, se caem dois Boiengs de mulheres imaginem quantos Boiengs de crianças caem? As mulheres morrem por causa de abortos "mal sucedidos". As crianças morrem tanto por causa de abortos "mal sucedidos", quanto pelos abortos "bem sucedidos".
Quanta hipocrisia ao se falar das crianças
que morrem de fome na África,
ao se condenar as mães que abandonam
filhos recém-nascidos nas ruas,
ao tempo em que se permite
a morte cruel de outras tantas, por meio do aborto.
PORQUE ALGUMAS CRIANÇAS
"MERECEM" VIVER E OUTRAS NÃO?
O QUE ESTÁ POR DETRÁS DISSO?
No Brasil, a estimativa é de que, anualmente, entre 729 mil e 1,25 milhão mulheres fazem abortos, sendo assim, as mortes das crianças são em maior escala, mas "parece-me" que, na discussão para se legalizar o aborto, ninguém quer fazer essa estimativa, afinal, esse bebê que será abortado ainda "não existe", não é mesmo?
Há um equívoco nesse pensamento. De acordo com a ciência, no momento da fecundação, ou seja, quando há a penetração do espermatozóide no ovócito, já existe vida, já existe um indivíduo. A diferença entre esse bebê para um adulto é o tempo (idade) e o tipo de alimentação, sendo assim, por que não se espera a criança nascer e dá uma arma para que a mãe a mate? Seria menos doloroso do que ela ser sugada e triturada como carne moída sem anestesia (procurem saber como são os procedimentos de abortos em clínicas). Se a mulher fica traumatizada num aborto mal sucedido (em um “bem sucedido” também porque parte dela é “amputada”), a criança, além do trauma, é morta pela própria mãe.
Há um equívoco nesse pensamento. De acordo com a ciência, no momento da fecundação, ou seja, quando há a penetração do espermatozóide no ovócito, já existe vida, já existe um indivíduo. A diferença entre esse bebê para um adulto é o tempo (idade) e o tipo de alimentação, sendo assim, por que não se espera a criança nascer e dá uma arma para que a mãe a mate? Seria menos doloroso do que ela ser sugada e triturada como carne moída sem anestesia (procurem saber como são os procedimentos de abortos em clínicas). Se a mulher fica traumatizada num aborto mal sucedido (em um “bem sucedido” também porque parte dela é “amputada”), a criança, além do trauma, é morta pela própria mãe.
Matar enquanto não “vê” a criança
parece ser mais fácil do que depois que a criança nasce,
mas os resultados são os mesmos:
traumas e morte.
O problema não é que "mulheres pobres estão morrendo ao fazer aborto em clínicas clandestinas e mulheres ricas têm o 'privilégio' de fazer em clínicas seguras", mas que "crianças são assassinadas todos os dias em clínicas clandestinas e em clínicas seguras por pessoas inconsequentes e irresponsáveis" e é isso que se quer legalizar.
Será que legalizar o aborto é mais “fácil e cômodo” do que combatê-lo por meio de campanhas e ações quanto ao uso de métodos contraceptivos e planejamento familiar? Ações estas que podem até partir do Governo, mas que devem ser tomadas também pela sociedade, pois, a maior parte dela não é ignorante a esse respeito, muito já se falou sobre isso, o que acontece é a omissão e a irresponsabilidade nessas posturas.
Será que legalizar o aborto é mais “fácil e cômodo” do que combatê-lo por meio de campanhas e ações quanto ao uso de métodos contraceptivos e planejamento familiar? Ações estas que podem até partir do Governo, mas que devem ser tomadas também pela sociedade, pois, a maior parte dela não é ignorante a esse respeito, muito já se falou sobre isso, o que acontece é a omissão e a irresponsabilidade nessas posturas.
A legalização do aborto, na verdade,
propõe que, ao invés de formamos cidadãos conscientes,
que saibam responder por seus atos,
que adotemos o aborto como um método de
planejamento familiar,
para que as pessoas possam
continuar sendo irresponsáveis.
Fala-se em formar cidadãos para se relacionar na e com a sociedade, cidadãos que saibam lidar com o outro (alteridade), mas quando se está numa situação em que o outro está sendo gerado no seu ventre, você poderá decidir por eliminá-lo, para não se relacionar com ele. Quanta incoerência!!! Protegem-se muito mais os presos, como Fernandinho Beira Mar, do que as crianças na gestação e, agora, têm-se uma proposta de uma lei para “resolver” o problema das gravidezes indesejadas.Se for isso, a campanha proposta é:
"Que as mulheres possam
ter o direito de abortar,
ter o direito de uma vida digna
e que as crianças morram violentamente,
sem direito de defesa"
ter o direito de uma vida digna
e que as crianças morram violentamente,
sem direito de defesa"
A palavra "arbítrio" não significa apenas "escolha", significa a capacidade de escolher e responder por suas escolhas. "Escolheu", por qualquer que seja o motivo, não usar um método contraceptivo? Responda por sua escolha, seja responsável. NÃO MATE.
Em nossas escolhas diárias, com respeito ao trabalho, à escola, etc. não matamos as pessoas que, a nosso ver, nos "atrapalham". Aborto é assassinato! A que ponto chegamos por um "bem estar" social? Legalização de assassinatos.
Em nossas escolhas diárias, com respeito ao trabalho, à escola, etc. não matamos as pessoas que, a nosso ver, nos "atrapalham". Aborto é assassinato! A que ponto chegamos por um "bem estar" social? Legalização de assassinatos.
Nascer também é um direito! É impressão minha ou virou “moda” instituir um direito para o “bem” de um grupo, ainda que o direito de muitos outros seja destituído? Quando se comete uma violência contra uma criança, o réu tem a pena aumentada porque fez algo contra uma pessoa indefesa, no entanto, querem legalizar a violência contra as crianças que ainda não nasceram. Enquanto SER humano, qual é a diferença entre uma criança que já nasceu e a que está sendo gerada? Nesse caso muda a legislação? As considerações de Nuno Serras Pereira são pertinentes, para esta compreensão:
Que é o feto humano? O feto não pode ser uma coisa porque a sua natureza material e biológica o coloca entre os seres pertencentes à espécie humana. Ora, se não é uma coisa, no plano jurídico, o feto só pode ser um sujeito (cf. Conselho Nacional de Bioética de Itália e C. Casini). Ora é impossível negar que o feto seja um de nós.Todo embrião, feto, criança já é um indivíduo e está debaixo da Constituição Federal que lhe garante direito à vida, à proteção, da mesma maneira que toda pessoa, ao se relacionar sexualmente, tem o direito de usar, camisinha, por exemplo, para evitar doenças sexualmente transmissíveis e uma gravidez num momento indesejado. Aliás, se uma pessoa não usa camisinha para não contrair uma doença, como a AIDS, por exemplo, ela mostra que não se preocupa com a sua própria vida, imagine se ela se preocupará com outro ser humano!
1. porque cada um de nós necessariamente foi um feto;
2. porque do ponto de vista genético não há nenhum salto ou ruptura entre o que éramos imediatamente a seguir à concepção, quando já estava totalmente determinado o nosso genoma, e aquilo que agora somos geneticamente em absoluta continuidade de desenvolvimento com aquela realidade única e irrepetível que é cada indivíduo geneticamente determinado. Reduzir o feto à categoria de coisa é pura e simplesmente negar a verdade da realidade. O feto é um de nós e merece portanto o mesmo respeito que merece qualquer sujeito humano (cf Francesco D’Agostino).
3. Consequências para o Direito: Hoje o princípio da não discriminação deve ser reconhecido no âmbito das diversas idades e condições de uma mesma existência humana, particularmente no que diz respeito à fase da vida ainda não nascida. Trata-se de reconhecer, também no âmbito jurídico, que feto, recém-nascido, adolescente, jovem, adulto, idoso são nomes diversos que indicam um sujeito idêntico, o mesmo ser pessoal [grifos nossos] (Nuno Serras Pereira).
O que está em jogo quando se pensa no aborto?
- “Não posso dar condições de vida digna para meu filho”.
- “Não quero perder a minha juventude e parar os meus planos profissionais com uma gravidez neste momento”.
Engana-se quem acha que os casos mais frequentes são aqueles em que deve se decidir entre a vida da mãe ou a vida do filho. As respostas mais frequentes estão relacionadas com o aspecto econômico: ter, ter, ter... Em nenhum momento se pensa no SER, inclusive, a primeira resposta que parece se preocupar com o “ser”, se fundamenta no “ter condições” materiais.
Mas, se a questão é cidadania (pois se fala muito de direitos), o aborto é o que mais afeta negativamente o ser social. Os abalos no caráter e na dignidade tão almejada, provocados pelos traumas e pela “amputação” de uma parte daquela mulher, interferem na “produtividade” social, como afirmam especialistas do comportamento. Uma mulher, membro do WEBA* disse: “Uma vez que uma mulher se torna mãe, ela será sempre mãe, tenha ou não nascido o seu filho. O filho morto fará parte da sua vida por mais longa que ela seja.” O aborto é um ato agressivo que terá repercussões contínuas na vida da mulher, assim, ela se torna também uma vítima do seu próprio aborto. Se analisarmos a questão do SER humano, não há benefícios nenhum. O aborto traz traumas e morte. O que poderia vir de “bom” desse resultado? Talvez, uma “coisa” a menos para essa mãe se preocupar, ou mais tempo para ela ganhar dinheiro e “viver bem”.
Mas, se a questão é cidadania (pois se fala muito de direitos), o aborto é o que mais afeta negativamente o ser social. Os abalos no caráter e na dignidade tão almejada, provocados pelos traumas e pela “amputação” de uma parte daquela mulher, interferem na “produtividade” social, como afirmam especialistas do comportamento. Uma mulher, membro do WEBA* disse: “Uma vez que uma mulher se torna mãe, ela será sempre mãe, tenha ou não nascido o seu filho. O filho morto fará parte da sua vida por mais longa que ela seja.” O aborto é um ato agressivo que terá repercussões contínuas na vida da mulher, assim, ela se torna também uma vítima do seu próprio aborto. Se analisarmos a questão do SER humano, não há benefícios nenhum. O aborto traz traumas e morte. O que poderia vir de “bom” desse resultado? Talvez, uma “coisa” a menos para essa mãe se preocupar, ou mais tempo para ela ganhar dinheiro e “viver bem”.
Afinal, para alguns, isto é ser feliz: “pensar somente em si”. Ainda que não se diga, jargões do tipo "busque a sua própria felicidade", "o importante é ser feliz" têm sido buscado a qualquer preço, passando por cima de tudo. Ninguém é feliz sozinho. Fomos criados para vivermos numa relação de "uns aos outros". Está na hora de começarmos a mudar o pensamento e deixar de lado essas "filosofias" voltadas para o ego. A felicidade está na convivência mútua.
Essa mudança de pensamento reflete, também, em nosso posicionamento político. Esse é um tema que dever ser levado em consideração na hora de votar. Não estou fazendo campanha para candidato A, B, ou C, mas essa é uma política de governo que deve ser trabalhada com muito cuidado, ou então, teremos um governo que lança “bombas nucleares” diariamente em suas crianças, seus futuros cidadãos, um país que mata a si mesmo. Mesmo os que não crêem na Bíblia como um parâmetro de fé, sabem que o que diz o versículo abaixo é fato:
Campanhas contra a corrupção são raras, não é? Na verdade, não há campanhas desse tipo, há raros focos de manifestação/indignação. Porém, é a corrupção que faz com que o dinheiro público seja desviado e não permite que uma mãe dê condições dignas para o seu filho. A maioria dos políticos não quer mexer nessa questão, ou a ignora, ou opta pelo "caminho mais fácil" (aborto). Isso porque, para alguns políticos, combater os corruptos e as consciências cauterizadas com a irresponsabilidade a fim de evitarmos o aborto seria como cortar parte da raiz da árvore, além de exigir maior trabalho, poderia vir a ser um "suicídio político", assim, é mais cômodo e seguro, para eles, continuar arrancando as folhinhas verdes que nascem para deixar tudo como está.
Não basta apenas lutarmos contra a não legalização do aborto. É necessário lutarmos contra a proliferação dos abortos que são executados, mesmo sem a legalização.
Se um reino se dividir contra si mesmo,
tal reino não pode subsistir;
e se uma casa se dividir contra si mesma,
e se uma casa se dividir contra si mesma,
tal casa não pode subsistir.
(Marcos 3.24-25)
(Marcos 3.24-25)
Campanhas contra a corrupção são raras, não é? Na verdade, não há campanhas desse tipo, há raros focos de manifestação/indignação. Porém, é a corrupção que faz com que o dinheiro público seja desviado e não permite que uma mãe dê condições dignas para o seu filho. A maioria dos políticos não quer mexer nessa questão, ou a ignora, ou opta pelo "caminho mais fácil" (aborto). Isso porque, para alguns políticos, combater os corruptos e as consciências cauterizadas com a irresponsabilidade a fim de evitarmos o aborto seria como cortar parte da raiz da árvore, além de exigir maior trabalho, poderia vir a ser um "suicídio político", assim, é mais cômodo e seguro, para eles, continuar arrancando as folhinhas verdes que nascem para deixar tudo como está.
Não basta apenas lutarmos contra a não legalização do aborto. É necessário lutarmos contra a proliferação dos abortos que são executados, mesmo sem a legalização.
Nas eleições de 2010, ao votar,
considere as discussões dos candidatos
quanto ao aborto.
considere as discussões dos candidatos
quanto ao aborto.
ABORTO É ASSASSINATO!
Clique aqui e acesse o site "Último Segundo"
para votar na enquete: "Você é a favor do aborto?"

*WEBA (Women Exploited by Abortion, traduzido por "Mulheres Exploradas pelo Aborto" ou "Mulheres Vitimadas pelo Aborto"): é uma organização de mulheres que, por diversas razões, foram submetidas ao aborto.
Leia mais:
O que é a sindrome pós-aborto? por Wanda Franz, Ph.D.Bases biológicas do início da vida humana: Por que se fala tanto da “questão” da vida humana pré-natal? Entrevista com doutora Anna Giuli, bióloga molecular.
Aborto: Critérios científicos
Que é o feto humano? por Nuno Serras Pereira





Olha na minha opniao o aborto deve ser legalizado, pois ao alegar que aborto é crime e em algumas religioes até dizem que vc vai para o "inferno" eu devo afirmar entao que o "inferno" esta cheio de japoneses pois no japao voce só pode ter um filho. Claro tirar uma vida aos 4 meses eu mesmo acho um absurdo . Mais ate 8 semanas deverias er legalizado,evitando assim que muitas meninas e mulheres mal informadas tomem medicamentos que em seguida causa a morte da propia pessoa que tomou ou o bebe nasce com deficiencia .
ResponderExcluirOi, Anônimo.
ExcluirRespeito sua opinião, mas como estamos aqui discutindo ideias, a minha resposta é:
Não se trata de "RELIGIÃO", de "ir para o inferno". Apesar de eu apresentar pontos que estão coerentes com algumas propostas (filosofias) religiosas, a questão está ligada ao tipo de política que se quer implantar. Por que uma pessoa engravidou indevidamente, mesmo sabendo dos métodos contraceptivos? Irresponsabilidade? Se uma pessoa não usa preservativo para evitar a possibilidade de contrair AIDS ou outra doença, ela está preocupada com a sua vida mesmo? Precisamos ensinar a sociedade a ser RESPONSÁVEL, e não agir irresponsavelmente, matando para "liberar de seu caminho aquilo que lhe atrapalha". Isso reflete em outras áreas. A vida perderá mais ainda o valor e aumentará os casos de assassinatos absurdos... se mata por nada, por causa de uma briga, por 10,00, etc. Trata-se de política (não me refiro à política partidária, mas política de Estado). Ações que determinarão o trato dos cidadãos uns com os outros. Para quem trabalha com discurso (Análise de Discurso), é sabido que as práticas sociais são criadas por meio dos discursos propagados, e esses discursos se relacionam com outros, de maneira que as práticas se relacionam umas com as outras. Uma ação irresponsável que é abonada (liberada), "chama" (cria) outras ações irresponsáveis. Imagino que devemos, sim, investir em políticas públicas de conscientização e de uso dos métodos contraceptivos, pois, isso sim, coloca o ser humano na posição de responsabilidade por seus atos.
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